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Data: sexta, 17 diz 1999 12:16:58 -0400
Autor: Daniel Pimienta <[email protected]>


ADVERTENCIA: A TRADUCAO SEGUINTE E UMA TRADUCAO AUTOMATICA NAO REVISADA DO ORIGINAL EM INGL�S

CARREGUE O ORIGINAL EM INGL�S

" Inclusive os Exclu�ram: para Bem Comum de Tudo ".

Por Wijayananda Jayaweera,
UNESCO o Conselheiro de Comunica��o Regional para a �sia

A import�ncia da Internet, telematics e multimedia para empenhos de conhecimento globais � indisput�vel. Mas tecnologia n�o �, isto, um fator determinando para mudar a " Sociedade " de Informa��o em uma sociedade de conhecimento inclusiva. � ent�o bastante importante discutir pol�tica fundamental emite que se n�o resolvido, excluiria muitas pessoas para beneficiar de recursos de conhecimento. Para formular estrat�gias regionais, � apropriado mencionar poucos como os prop�sitos deste foro tal emite, nos ajudar a entender at� que ponto, se unmanaged, eles poderiam excluir muitos do conhecimento fundou sociedade.

A taxa acelerada de crescimento da Internet, em termos de sua propaga��o de local, � sem precedente. Global, o n�mero de anos a Internet levou para alcan�ar 50 milh�es de pessoas � �nico que oitavos de que r�dio levaram. Por�m, crescimento acelerado n�o conduziu � penetra��o igual. A penetra��o atual � insuficiente prevenir um divida entre haves " de informa��o " e " tenha nots ", e particularmente entre popula��es urbanas e rurais em pa�ses em desenvolvimento. A primeira condi��o para a sociedade conhecimento-baseada � Acesso Universal que permanece unachievable se instala��es de acesso f�sicas n�o estiverem dispon�veis a um pre�o dispon�vel. Al�m disso, Acesso Universal permaneceria ineficaz se os usu�rios n�o puderem obter informa��o precisada porque a maioria da informa��o n�o est� no dom�nio p�blico ou est� em um idioma acess�vel. Deve ser definido ent�o tamb�m Acesso universal em termos de acesso para servi�os e recursos de conhecimento.

No caso de acesso f�sico disponibilidade e affordability s�o supremos. Internet acesso disparidades igualam entre as cidad�s de pa�ses industrializados � consider�vel, mas eles s�o incompar�veis com o divida visto em pa�ses em desenvolvimento. Embora privatiza��o de telecom e desregramento fizeram opera��es tradicionais mais eficiente, eles n�o s�o uma garantia para acesso universal local para a Internet. Al�m disso, a natureza de trans-borda de ind�stria de telecom � mais favor�vel a esses que podem impor condi��es de renda por causa da tecnologia avan�ada deles/delas, velocidade alta colunas vertebrais de Internet e rede-concentra��o, desenvolveu durante um certo tempo. Esta vantagem permitiu para poucas operadoras dominando mostrar press�o em outros assumir o acesso deles/delas vale, enquanto fazendo isto mais dif�cil at� mesmo de prover os servi�os mais b�sicos em pa�ses em desenvolvimento. Se n�o mitigado, esta situa��o reduziria as possibilidades para maioria em pa�ses em desenvolvimento adquirir e compartilhar recursos de conhecimento. Este ponto pode ser ilustrado com o seguinte dois exemplos.

Foram negociadas assim longe taxas de chamada internacionais entre os pa�ses de origem de chamada e recep��o. O m�todo convencional foi dividir a chamada de um-minuto valida a uma taxa mutuamente ben�fica entre os dois pa�ses em uma rota direta. O arranjo de Taxa " de Contabilidade denominado " assegurou que o operador com volume alto de minutos que normalmente s�o do mundo industrializado parte compartilhada da renda dele com o operador com menos minutos. Dado a infra-estrutura alta valida e penetra��o lenta de mercados, isto valeu compartilhando, enquanto ainda vantajoso para a chamada que inicia o operador, pelo menos mitigou o sofrimento para operadores em pa�ses em desenvolvimento desde que este arranjo de parte de custo era uma fonte de renda de telecom principal para eles. No Sri Lanka e Senegal os pagamentos de determina��o l�quidos em chamadas internacionais refletiram 30% da renda de telecomunica��o total deles/delas.

Por�m, desde ent�o, o padr�o de gera��o de chamada mudou significativamente, particularmente entre os portadores de Estados Unidos e o resto do mundo. A quantia crescente de telefone de chamar-parte de tr�s conserta dos Estados Unidos aumentou o volume de tr�fico que origina de substancialmente o aquele pa�s. Dado este fundo h� uma press�o enorme dos operadores de EUA eliminar o custo que compartilha mecanismo. Para este efeito que FCC fez para uma ordem de ponto de refer�ncia unilateral para " re-balanceamento " de taxa que reduziria a determina��o efetivamente taxa, benefiting os portadores de EUA �s custas de operadores em pa�ses em desenvolvimento.

Para abolir custo bilateralmente negociado que compartilha arranjos, pa�ses em desenvolvimento enfrentar�o com um fardo sem precedente para manter os sistemas de telecomunica��o deles/delas com esta press�o de ascens�o. O resultado l�quido deste " taxa re-equilibrar " � que ser�o for�ados os operadores em pa�ses em desenvolvimento a compensar os custos aumentando as carga de p�lvora de chamada locais deles/delas. ISP em pa�ses em desenvolvimento normalmente fica situado em centros urbanos, conseq�entemente o dial-para cima conex�es para �reas rurais j� � caro. Aumentos adicionais em carga de p�lvora de chamada locais significariam exclus�o de muitos dentro rural e lugares de dist�ncia de acesso para recursos de conhecimento. As estimativas de ITU custos operacionais anuais de uma linha por casa no EUA $200, e sem renda de chamada internacional suficiente nenhum operador local nos pa�ses em desenvolvimento poder� prover os servi�os mais b�sicos at� mesmo � taxa de EUA $15 por m�s.

Secundariamente, a em cima de-concentra��o de Internet coluna vertebral neg�cio no E.U.A., e sem exig�ncia para operadores de EUA compartilhar custos de circuitos cheios, � um outro prejudica particularmente para o ISP em pa�ses em desenvolvimento que em a maioria dos casos t�m que pagar os custos inteiros de duas liga��es de modo. Atualmente, at� mesmo para redes intra-asi�ticas a maioria de ISP asi�tico � unido aos operadores de EUA. Isto � retifique at� mesmo com o a maioria redes intra-europ�ias que freq�entemente usam Virg�nia como o cubo de Internet internacional deles/delas. Assim, posicionando do E.U.A. como o cubo de Internet Mundial criou uma situa��o semelhante para isso de " toda a dianteira de estradas para Roma ", por meio de que os operadores nos Estados Unidos beneficiam muito mais que as periferias conectadas. Ironicamente, debaixo destas circunst�ncias, os provedores de Internet e os usu�rios nos Estados Unidos ganhe acesso de Internet livre para descansar do mundo �s custas de outros pa�ses, inclusive o mais pobre deles tentando unir rodovias de informa��o apesar de muitas outras prioridades urgentes. Isto conduziu a um tipo de explora��o, uma situa��o que �, realmente, no final das contas counterproductive para penetra��o de Internet e eventualmente impedir� para muitos em pa�ses em desenvolvimento de bater recursos de conhecimento.

Que outras contador-medidas est�o dispon�veis para pa�ses em desenvolvimento? Nesta conex�o, o assunto de fortalecer redes de intra-regi�o tem que ser apresentado para ser alto nos programas de trabalho de foros regionais. Pensamento s�rio deveria ser dado � possibilidade para estabelecer capacidade alta colunas vertebrais regionais para conectar cada pa�s dentro de um multi-cubo rede global na qual ningu�m domina connectivity. Se isto � alcan�ado, os operadores em pa�ses em desenvolvimento estar�o em uma posi��o reduzir custos e estender telecomunica��o e Internet tenha acesso bem al�m dos enclaves de elite presentes de acesso. A sociedade civil em pa�ses em desenvolvimento poderia sensibilizar parlament�rios e autoridades regulador para enviar este assunto importante e mobilizar os corpos pol�ticos regionais pertinentes para agir com determina��o.

Igualmente importante � o acesso para, e compartilhando de, conte�do de conhecimento. � esperado conhecimento ser a for�a motriz de economia poste-industrial para a qual s�o esperados muitos pa�ses a leapfrog. � predito que " o pa�s, companhia e a ind�stria com os trabalhadores de conhecimento mais produtivos ganhar�o ". A base de conhecimento para a economia de conhecimento futura est� sendo desenvolvida em grande parte por aventuras publicamente fundadas como universidades e concess�es de pesquisa, enquanto a explora��o de conhecimento para produzir produtos se tornou uma preocupa��o de ind�stria privada principalmente. Enquanto � verdade que ind�strias crescentemente fazem a pr�pria pesquisa de produto deles/delas, tamb�m � verdade que as institui��es publicamente fundadas produzem as investigadoras, e publicamente fundou institutos acad�micos continuam sendo a fonte de conhecimento. Ent�o quem deveria possuir o conhecimento? N�o deveria haver um acesso justo a conhecimento produzido por empreendimentos privados e p�blicos, com considera��o devida para os direitos de propriedade intelectuais? N�o deveria haver um arranjo para assegurar pelo menos que s�o emitidas todas as concess�es de pesquisa de fundos de d�vida p�blica com a condi��o de que seja feita informa��o de pesquisa dispon�vel para uso de feira no dom�nio p�blico? Para isso, os princ�pios de acesso livre para informa��o no dom�nio p�blico ter�o que ser definidos e promover�o.

At� mesmo independente de origens de public/private, algumas �reas de produ��o de conhecimento requereriam transpar�ncia e responsabilidade de p�blico certamente. Por exemplo, gen�ticas s�o uma �rea que inclui a administra��o de informa��o de genome. Mas foram desenvolvidas sucess�es de informa��o de genome naturalmente por milh�es de anos de evolu��o. Um dono privado deveria se tornar o propriet�rio exclusivo de tal informa��o? N�o deveria haver uma obriga��o para compartilhar aquela informa��o com corpos p�blicos que poderiam ser confiados administrar e compartilhar isto como uma parte de base de conhecimento humana?

Lei atual e pr�tica geralmente conceito permite uso gr�tis de informa��o publicada para pesquisa (se privado ou comercial), estuda, enquanto revisando e informando. Tenha acesso a recursos de conhecimento na Rede, se eticamente aplicado, pode ser visto como uma aplica��o ou um corol�rio a este princ�pio de uso justo. Os contador-argumentos mais fortes para estender o conceito de uso justo ao dom�nio eletr�nico v�m de publicadores. Isto reflete a tens�o entre acesso e propriedade. Os materiais impresso an�logos ou s�o folheados em uma biblioteca ou uma livraria, conseq�entemente eles s�o menos vulner�veis registrar infra��es. Mas texto eletr�nico dispon�vel na Internet est� n�o s� storable mas tamb�m pode ser duplicado e re-distribuiu � vontade. Ent�o, press�o est� montando de publicadoras apertar leis protegido por direitos autorais e fazer pastando em tela e os compartilhando por redes sem permiss�o, ilegal. Mantendo a ordem de tal apertaram leis ser�o problem�ticas com as dificuldades de provar como e onde o material � obtido e com amplas oportunidades para fazer mudan�as a texto eletr�nico. Em casos extremos podem ser aplicadas algumas solu��es tecnol�gicas preventivas como incapacitar de impress�o. Por�m, pareceria mais frut�fero ampliar as defini��es de " uso " justo e inculcar " princ�pios de info-�ticas " de respeito para propriedade intelectual em lugar de apertar o vigamento legal.

Outro, talvez at� mesmo estrat�gia mais importante para desenvolvimento de recursos de conhecimento � aumentar o volume de informa��o de dom�nio p�blico dispon�vel na Internet. Para este efeito os governos e publicamente fundou institutos como universidades deveria ser equipado e deveria ser obrigado fazer as informa��es deles/delas dispon�vel em dom�nio p�blico.

O esp�rito p�blico e seu papel de fixar normas para responsabilidade s�o bastante importantes se o mercado for prosperar na economia de conhecimento. Mercados sem pessoas capaz de produzir e consumir conhecimento s�o unsustainable, e permanecer� como a tarefa de projetos publicamente fundados para produzir estas pessoas qualificadas e educadas. Com o advento da sociedade de conhecimento as oportunidades para educa��o vida-longa se tornar�o a exig�ncia mais importante para nosso futuro. Sistemas de ensino com a aproxima��o tradicional deles/delas de cursos fixos para nos se preparar para nossas carreiras de adulto j� n�o bastar�o conhecer as demandas de sociedade de conhecimento e economia. Devido a apressar taxa de acumula��o de conhecimento, a educa��o que n�s ganhamos com 3 a 4 anos em uma universidade ficar� obsoleta logo ap�s n�s � recrutado para um trabalho. Ent�o pessoas ter�o que ter mais avenidas para obter continuando educa��o formal em v�rias fases das carreiras deles/delas. Isto � onde a for�a da Internet para facilitar educa��o on-line contaria o mais mais. Deveriam ser elevados em geral n�o s� investimentos de educa��o, mas tamb�m deveria incluir provid�ncias para prover instala��es e oportunidades para educa��o vital�cia junto com o n�vel exigido de apoio de TIC. Telecomunica��o e operadores de ISP poderiam ajudar estes esfor�os e poderiam promover o desenvolvimento dos pr�prios mercados futuros deles/delas estabelecendo taxas de concessionary para acesso de Internet em escolas, institutos acad�micos e bibliotecas p�blicas. Tal planeja, �s vezes conhecido como " e-taxa " foi promovido prosperamente por governos e regulando ag�ncias em v�rios pa�ses, notavelmente o E.U.A..

Em um senso mais largo, as pol�ticas nacionais para promover informa��o de dom�nio p�blico e assegurar que eles prov�em informa��es e aplica��es para melhorar educa��o, sa�de, ambiente e fun��es de governo deveria ser considerado como uma prioridade. A disponibilidade de dom�nio p�blico e outra informa��o de heran�a � um investimento indispens�vel em educa��o e ent�o no desenvolvimento de uma sociedade de conhecimento para tudo.

Todas as anteriores considera��es envolvem um balanceamento das prioridades de setores de servi�o p�blico e o bem comum de sociedade com os interesses do setor privado e cidad�os individuais. Uma aproxima��o pr�tica para trabalhar para o equil�brio precisado de prioridades � encorajar atividades de piloto que envolvem o governo, sociedade civil, organiza��es non-governamentais, universities/schools e setor privado para colaborar provendo acesso universal a conhecimento. Nesta dire��o UNESCO iniciou v�rios piloto que aprende atividades. Bibliotecas usando na �frica rural como portais para rodovias de informa��o entretanto telecentres de multi-prop�sito em seis pa�ses africanos e o Kothmale Internet Comunidade r�dio, Sri Lanka em qual o emparelhando e o misturando de tecnologias convencionais com TIC est�o sendo testadas, � alguns tais exemplos. As experi�ncias ganhas por estes projetos elevaram e ajudaram avance solu��es em v�rios assuntos de pol�tica em acesso, tarifas, informa��o de dom�nio p�blico, relev�ncia contente, treinando, propriedade de espectro de radiodifus�o e participa��o de p�blico e institui��es privadas,.

Uma pergunta mais fundamental que interessa uma " esfera " p�blica capaz de fixar normas por regular o privado e interesses de mercado a favor do bem global que deveria prover e deveria encorajar oportunidades justas como bem para o mercado. H� certos elementos, como acesso para informa��o e educa��o, e tem acesso a recursos limitados como o espectro de radiodifus�o que requer regulamento da perspectiva de bem global. Como o mercado poderia justificar elimina��o de servi�o p�blico que radiodifunde junto com dimens�es educacionais e culturais leva, a favor de mobilizar a audi�ncia maior a anunciantes, quando crian�as, o cidad�o futuro de uma sociedade de conhecimento, 14,000 horas expostas s�o de m�dia anuais cronometre como contra 11, 500 horas gastaram em educa��o formal? Um recente livro patrocinado por UNDP explica por que o mercado for�a s� n�o pode regular os bens p�blicos globais. Isto requer medidas de interven��es iluminadas pelos governos e acordos internacionais que incorporam " bens " p�blicos dentro das normas para sistemas regulador a nacional e n�veis internacionais.

Tamb�m � importante todo o stakeholders ter oportunidades iguais para discutir tal pol�tica emite de v�rias perspectivas, de forma que as estrat�gias resultantes eventuais o bem " global refletir� " como nossa �ltima pontaria sem a qual uma verdadeira sociedade de conhecimento se tornaria um sonho irreal.

Descri��o de autor.

Wijayananda Jayaweera, (Jaya)
UNESCO o Conselheiro de Comunica��o Regional para a �sia

Wijayananda Jayaweera � o Conselheiro de Comunica��o Regional de UNESCO para a �sia. Fundado em UNESCO Kuala escrit�rio de Lumpur ele � respons�vel para implementar UNESCO apoiou atividades de Desenvolvimento de Comunica��o e projetos na �sia. Ele uniu UNESCO em 1994 como �sia-Pac�fico Escrivaninha Oficial � Divis�o de Comunica��o de UNESCO.Mr. Jayaweera come�ou a carreira dele no Sri Lanka Broadcasting Corpora��o (1969-1989) e subseq�entemente trabalhou para v�rios organiza��es regionais e internacionais um consultor em v�rias tarefas de desenvolvimento de m�dia no But�o, Mal�sia, Papua-Nova Guin�, Vietn�, Dinamarca, Ir� e Camboja.
Sr. Jayaweera segura o Grau de um Mestre em Comunica��o de Massa da Universidade de Leicester (o REINO UNIDO).

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Última modifica��o: 22/12/1999